A CRISE DA VERDADE, A REGRESSÃO AUTORITÁRIA E A POLÍTICA DA EXTREMA-DIREITA CONTEMPORÂNEA: UMA ANÁLISE A PARTIR DA TEORIA CRÍTICA E DE HANNAH ARENDT
A CRISE DA VERDADE, A REGRESSÃO AUTORITÁRIA E A POLÍTICA DA EXTREMA-DIREITA CONTEMPORÂNEA:
UMA ANÁLISE A PARTIR DA TEORIA CRÍTICA E DE HANNAH ARENDT
Luiz Antonio Sypriano¹
RESUMO
O presente artigo analisa a ascensão e crise da extrema-direita contemporânea, especialmente no contexto global e brasileiro, a partir das contribuições da Teoria Crítica e do pensamento de Hannah Arendt acerca do totalitarismo, da crise da verdade e da razão instrumental do pensamento político. Parte-se da hipótese de que a extrema-direita contemporânea não se constitui apenas como um fenômeno ideológico “tradicional”, mas como uma forma histórica de regressão autoritária vinculada às contradições estruturais do capitalismo em crise, operando mediante desinformação sistemática, “irracionalismo” político, manipulação algorítmica, moralismo punitivo e mobilização de “afetos regressivos”. O estudo mobiliza as categorias de racionalidade instrumental, indústria cultural, personalidade autoritária e sociedade administrada, presentes na Teoria Crítica, articulando-as à formulação arendtiana segundo a qual o sujeito ideal do totalitarismo não é o militante fanático, mas aquele incapaz de distinguir fato e ficção, verdade e mentira. No caso brasileiro, analisa-se empiricamente o bolsonarismo, as redes digitais de desinformação, o negacionismo científico, a instrumentalização política de segmentos religiosos fundamentalistas, os ataques às “instituições democráticas” e os eventos antidemocráticos culminantes no processo de radicalização política recente. Defende-se que a crise contemporânea da “democracia” encontra-se relacionada à corrosão das condições materiais e simbólicas do pensamento crítico, exigindo o fortalecimento de práticas emancipatórias no campo educacional, político e cultural.
Palavras-chave: extrema-direita; Teoria Crítica; Hannah Arendt; totalitarismo; bolsonarismo; desinformação; democracia.
INTRODUÇÃO
A ascensão da extrema-direita no século XXI constitui um dos fenômenos políticos mais relevantes e inquietantes da contemporaneidade. Em distintas formações sociais, observa-se o fortalecimento de movimentos políticos marcados pelo ultranacionalismo, conservadorismo moral, negacionismo científico, xenofobia, autoritarismo institucional e crescente hostilidade às “instituições democráticas”. Esse processo manifesta-se em países centrais e periféricos do capitalismo, assumindo configurações específicas, porém compartilhando traços estruturais semelhantes.
Nos Estados Unidos, a ascensão do trumpismo; na Hungria, a consolidação ideológicas de governo de extrema-direita; na Italia, o fortalecimento da direita nacionalista; na Brasil, o bolsonarismo, revelam a emergência de uma nova gramática política fundada na polarização radical, no anti-intelectualismo, na desinformação e na produção sistemática de “inimigos internos e externos”.
Longe de representar um fenômeno isolado ou circunstancial, a extrema-direita contemporânea emerge das próprias contradições da sociabilidade capitalista em sua fase financeirizada, digitalizada e marcada pela intensificação das desigualdades sociais. Pelo fato da existência da crise econômica prolongada, a precarização das relações de trabalho, a desestruturação dos vínculos coletivos e a erosão das formas clássicas de representação política criam condições propícias para o fortalecimento de projetos regressivos de poder.
Nesse sentido, a presente pesquisa parte da seguinte problemática: de que forma a Teoria Crítica e o pensamento de Hannah Arendt contribuem para compreender a ascensão contemporânea da extrema-direita, especialmente no contexto brasileiro?
A hipótese central sustenta que a extrema-direita contemporânea opera por meio da destruição das condições objetivas e subjetivas do pensamento racional, mobilizando tecnologias de manipulação simbólica, ressentimento social, afetos regressivos e instrumentalização moral, aproximando-se, sob determinadas mediações históricas, de elementos analisados por Arendt em sua reflexão sobre o totalitarismo.
Do ponto de vista metodológico, trata-se de uma pesquisa qualitativa, bibliográfica e documental, fundamentada na análise crítica e dialética, articulando autores da Escola de Frankfurt com interpretações contemporâneas da crise democrática.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Teoria Crítica e a racionalidade instrumental
A Teoria Crítica, formulada por intelectuais vinculados à chamada Escola de Frankfurt, constitui um importante referencial para compreender as formas modernas de dominação social.
Para Max Horkheimer e Theodor W. Adorno, a modernidade capitalista produziu uma transformação regressiva da razão.
Na obra Dialética do Esclarecimento, os autores afirmam:
O esclarecimento comporta-se com as coisas como o ditador se comporta com os homens. (ADORNO; HORKHEIMER, 1985, p. 24).
Por conseguinte, a razão deixa de assumir um caráter emancipador e converte-se em racionalidade instrumental, isto é, em um mecanismo voltado exclusivamente ao cálculo, eficiência e controle. Cuja dominação deixa de ser apenas coercitiva e passa a organizar-se também por mecanismos subjetivos, culturais e comunicacionais.
Em que essa interpretação é central para compreender como sociedades formalmente democráticas podem desenvolver tendências autoritárias.
Indústria cultural e manipulação da subjetividade
A noção de indústria cultural, formulada por Adorno e Horkheimer, permite compreender os processos contemporâneos de manipulação política mediados pelas plataformas digitais.
Segundo os autores:
A indústria cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e decidir conscientemente. (ADORNO; HORKHEIMER, 1985, p. 128).
Em que, na contemporaneidade, a lógica algorítmica radicaliza esse processo.
Assim trazidas pelas redes sociais, que transformam-se em espaços de reprodução massiva de conteúdos simplificados, emocionalmente apelativos e organizados segundo mecanismos de reforço cognitivo.
Quando o indivíduo deixa de acessar perspectivas plurais da realidade e passa a habitar bolhas informacionais.
E, nesse ambiente, proliferam:
teorias conspiratórias;
revisionismos históricos;
discursos de ódio;
moralismos seletivos;
narrativas anticientíficas.
Hannah Arendt e o colapso da verdade factual
A contribuição de Hannah Arendt é central para compreender a dinâmica subjetiva dos regimes autoritários.
Portanto, em Origens do Totalitarismo, Arendt formula uma das reflexões mais profundas da Filosofia política moderna:
O súdito ideal do governo totalitário não é o nazista convicto nem o comunista convicto, mas pessoas para as quais a distinção entre fato e ficção e a distinção entre verdadeiro e falso já não existem. (ARENDT, 2012, p. 526).
Em que tal formulação indica que o totalitarismo não depende exclusivamente da adesão ideológica absoluta, mas da destruição da própria capacidade de julgamento.
Sendo assim, o objetivo da propaganda totalitária não é convencer, mas confundir. Assim, quando o sujeito perde a confiança na possibilidade de distinguir o verdadeiro do falso, instala-se uma forma de desistência cognitiva.
A consequência política é devastadora, com a exaustão do pensamento crítico, convertendo-se em condição de possibilidade da dominação autoritária.
DESENVOLVIMENTO ANALÍTICO
Capitalismo em crise e a regressão autoritária
Com a emergência contemporânea da extrema-direita, por sua vez, deve ser interpretada à luz das contradições do capitalismo contemporâneo.
Segundo István Mészáros, a crise atual possui caráter estrutural, não conjuntural. Cuja insegurança econômica, o desemprego estrutural e a precarização produzem sujeitos socialmente vulneráveis.
Essa condição favorece respostas políticas regressivas. Em vez de questionar as causas estruturais da desigualdade, setores da população passam a aderir a explicações simplificadas, frequentemente organizadas pela construção de inimigos:
imigrantes;
movimentos sociais;
universidades;
intelectuais;
professores;
minorias políticas.
Tal dinâmica aproxima-se daquilo que Adorno analisou como personalidade autoritária, caracterizada pela submissão ao poder e hostilidade aos grupos percebidos como ameaças.
A política dos afetos regressivos
Trata-se de entender que a extrema-direita contemporânea opera menos pela racionalidade programática e mais pela mobilização emocional. Nas quais medo, ressentimento, raiva e insegurança convertem-se em dispositivos centrais da disputa política.
A partir daí a figura do líder autoritário aparece como promessa de restauração da ordem diante do suposto “caos social”.
CASOS EMPÍRICOS BRASILEIROS
O bolsonarismo como fenômeno político da extrema-direita contemporânea
A emergência do bolsonarismo no Brasil não pode ser compreendida como simples continuidade do conservadorismo tradicional, tampouco como fenômeno exclusivamente eleitoral. Trata-se de um movimento político, ideológico e cultural marcado pela radicalização autoritária, pela mobilização permanente de afetos regressivos e pela construção sistemática de antagonismos sociais.
Por isso o bolsonarismo constituiu-se mediante uma combinação singular entre:
ultraliberalismo econômico;
conservadorismo moral;
militarização simbólica da política;
fundamentalismo religioso;
antipolítica institucional;
desinformação digital.
Enquanto a sua força política repousa, sobretudo, na constituição de uma subjetividade marcada pela percepção de crise permanente. Nesse contexto, o medo, a insegurança econômica, o ressentimento social e o sentimento difuso de perda de status tornaram-se elementos mobilizadores da ação política.
Essa “radicalização extremista” bolsonarista dialoga diretamente com aquilo que Adorno definiu como predisposição subjetiva ao autoritarismo, na qual
A submissão à autoridade e a agressividade dirigida aos mais fracos aparecem articuladas. (ADORNO et al., 1950, p. 228).
Nesse sentido, o líder político emerge, assim, como figura paternal, moralizadora e disciplinadora, capaz de oferecer respostas simplificadas para problemas estruturais complexos.
No caso brasileiro, isso manifestou-se por meio de discursos dirigidos contra:
universidades;
movimentos sociais;
sindicatos;
intelectuais;
professores;
imprensa;
ciência;
instituições republicanas.
Enquanto a política converte-se numa permanente produção de inimigos internos. Que, segundo Hannah Arendt, esse mecanismo é constitutivo das formas autoritárias de poder:
O movimento totalitário necessita constantemente de inimigos objetivos. (ARENDT, 2012, p. 473).
Embora seja necessário rigor conceitual para evitar analogias mecânicas entre totalitarismo clássico e extrema-direita contemporânea, certas mediações analíticas permitem compreender semelhanças estruturais nos modos de funcionamento da propaganda política, especialmente no tocante à produção de desinformação sistemática.
Redes digitais, fake news e manipulação algorítmica
A extrema-direita contemporânea opera em um ambiente tecnológico profundamente distinto daquele analisado por Arendt no século XX.
Se outrora o rádio e os jornais desempenhavam papel central na propaganda política, hoje as plataformas digitais constituem instrumentos privilegiados de disputa ideológica.
Como os aplicativos de mensagens instantâneas, plataformas de vídeos curtos e redes sociais convertem-se em mecanismos de difusão massiva de conteúdos emocionalmente intensos, simplificados e altamente polarizadores.
A lógica algorítmica favorece:
reforço de vieses cognitivos;
radicalização política;
desinformação;
teorias conspiratórias;
moralismo seletivo.
Sendo que o negacionismo científico durante a pandemia da Covid-19 constitui um exemplo emblemático. Com, também, a circulação sistemática de desinformação sobre vacinas, medicamentos sem eficácia comprovada e minimização dos efeitos sanitários da pandemia representou um dos mais graves episódios de erosão da racionalidade pública no Brasil.
Por conseguinte, tal dinâmica evidencia a atualidade da formulação arendtiana sobre o colapso da verdade factual. Compreende-se que não se trata simplesmente da imposição de uma mentira única, mas da destruição da possibilidade de distinguir entre realidade e ficção.
Em que Arendt sintetiza que:
O resultado de uma substituição coerente e total da verdade factual pela mentira não é que as mentiras serão agora aceitas como verdade [...], mas que o sentido mediante o qual nos orientamos no mundo real é destruído. (ARENDT, 2016, p. 310).
Assim, a consequência política dessa dinâmica é o enfraquecimento da deliberação democrática. No qual o debate racional cede lugar à guerra permanente de “narrativas”.
Fundamentalismo religioso e moralização da política
Outro elemento decisivo da extrema-direita brasileira refere-se à instrumentalização política de segmentos religiosos conservadores. A despeito dessa crítica, não se trata de crítica à religiosidade em si, mas da transformação da religião em instrumento ideológico de poder.
Já quando a política assume contornos messiânicos, questões estruturais — desemprego, fome, desigualdade social, financeirização da economia — são deslocadas em favor de pautas morais seletivas.
Por isso, produz-se aquilo que Gramsci denominaria de uma reorganização da hegemonia cultural. Assim, a guerra política desloca-se do campo material para conflitos morais simbólicos. Em que a categoria de “família tradicional”, por exemplo, converte-se em dispositivo ideológico de mobilização política.
Nesse cenário, educadores, artistas, universidades e movimentos sociais passam a ser representados como ameaças morais.
Esse fenômeno encontra paralelos nas reflexões de Adorno sobre a manipulação das massas, quando:
Os movimentos autoritários prosperam em contextos de medo e regressão. (ADORNO, 1995, p. 132).
Constata-se que a simplificação do mundo social em categorias morais absolutas — bem versus mal, patriotas versus inimigos, povo versus elites conspiratórias — reduz a complexidade histórica e favorece práticas autoritárias.
Ataques institucionais e erosão democrática
A democracia liberal contemporânea enfrenta um paradoxo central: seus próprios mecanismos institucionais podem ser instrumentalizados por forças antidemocráticas.
Na qual o caso brasileiro tornou-se emblemático diante:
dos ataques reiterados ao sistema eleitoral;
da disseminação de teorias conspiratórias sobre urnas eletrônicas;
das campanhas de descredibilização institucional;
da normalização do discurso golpista;
da defesa pública de intervenção militar.
Em que o ápice desse processo expressou-se nos ataques de 8 de janeiro de 2023 às sedes dos Três Poderes. No qual tais acontecimentos evidenciaram uma dinâmica de radicalização política sustentada pela combinação entre:
desinformação massiva;
culto ao líder;
mobilização emocional;
ressentimento político;
fragilização institucional.
Benjamin advertia que “Todo fascismo é uma estetização da política” (BENJAMIN, 1987, p. 196). E, por sua vez, a política transforma-se em espetáculo, nas quais símbolos nacionais, patriotismo performático e mobilização afetiva substituem mediações racionais.
EDUCAÇÃO, DEMOCRACIA E RESISTÊNCIA
Diante da regressão autoritária contemporânea, a educação assume papel decisivo. Isto porque a crise da democracia é também uma crise da formação humana.
Por isso, segundo Theodor W. Adorno, após as experiências fascistas do século XX, a educação deveria orientar-se por um imperativo ético fundamental, isto porque “A exigência de que Auschwitz não se repita é a primeira de todas para a educação” (ADORNO, 1995, p. 119).
Isso significa que a educação democrática deve formar sujeitos capazes de:
pensar criticamente;
distinguir fato de manipulação;
reconhecer contradições históricas;
resistir à barbárie política.
No contexto brasileiro, isso exige defesa intransigente:
da universidade pública;
da liberdade de cátedra;
da ciência;
do pensamento filosófico;
das humanidades;
da pluralidade política.
Diante disso, a educação não pode ser reduzida à lógica tecnicista, produtivista ou meramente instrumental. Nesse sentido, Dermeval Saviani sustenta que a educação emancipatória deve garantir acesso crítico ao conhecimento historicamente produzido.
Enquanto Paulo Freire afirma que “Ninguém educa ninguém [...] os homens se educam entre si” (FREIRE, 1987, p. 68).
Pelo fato de que a resistência democrática depende da reconstrução do espaço público, da valorização da cultura política e do fortalecimento das mediações coletivas. Sem isso, a atomização social favorece o retorno de tendências regressivas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A ascensão da extrema-direita contemporânea constitui uma das expressões mais profundas das contradições do capitalismo em sua fase atual.
Mas, longe de representar um desvio histórico excepcional, ela emerge das próprias fissuras econômicas, políticas e culturais produzidas pela intensificação das desigualdades, pela precarização do trabalho, pela financeirização da vida social e pela erosão das formas coletivas de pertencimento.
A partir da Teoria Crítica e do pensamento de Hannah Arendt, observou-se que a regressão autoritária contemporânea opera menos pela coerção direta e mais pela destruição progressiva das condições do pensamento racional. Nas quais a desinformação, o irracionalismo político, o negacionismo científico e a guerra cultural constituem mecanismos centrais desse processo.
No caso brasileiro, o bolsonarismo expressou uma forma específica dessa dinâmica, articulando ultraliberalismo econômico, moralismo religioso, militarização simbólica, antipolítica e mobilização digital massiva.
Nesse sentido, a formulação arendtiana acerca do sujeito ideal do totalitarismo revela-se profundamente atual, ao diagnosticar que o perigo político reside não apenas no fanático convicto, mas naquele incapaz de distinguir verdade e mentira. Por conseguinte, quando a verdade factual entra em colapso, a democracia perde suas condições mínimas de existência.
Dessa forma, a defesa da democracia exige mais do que estabilidade institucional: exige formação crítica, fortalecimento do espaço público e compromisso radical com a verdade histórica. Posto que a luta contra a regressão autoritária é, simultaneamente, política, cultural, educacional e ética.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
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MÉSZÁROS, István. Para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2011.
SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia. Campinas: Autores Associados, 2008.
¹(Professor e Pesquisador nas áreas de Educação, Filosofia e Filosofia da Educação e Política).
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