A RAÇA COMO CONSTRUÇÃO HISTÓRICO-SOCIAL: FUNDAMENTOS BIOLÓGICOS, FILOSÓFICOS E HISTÓRICOS DE UMA CATEGORIA MODERNA A SERVIÇO DA ESCRAVIDÃO

 A RAÇA COMO CONSTRUÇÃO HISTÓRICO-SOCIAL: FUNDAMENTOS BIOLÓGICOS, FILOSÓFICOS E HISTÓRICOS DE UMA CATEGORIA MODERNA A SERVIÇO DA ESCRAVIDÃO

Luiz Antonio Sypriano¹


Resumo

O presente artigo analisa a tese de que a raça, no âmbito da humanidade, não constitui uma realidade biológica natural, mas uma construção histórico-social produzida pela modernidade capitalista ocidental para classificar, hierarquizar e subordinar povos, especialmente no contexto da expansão colonial e da escravidão moderna. Sendo que o objetivo central é demonstrar que, nas áreas da Biologia e da Filosofia, a noção de raça aplicada aos seres humanos foi historicamente formulada como instrumento de legitimação da dominação econômica, política e cultural. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de natureza bibliográfica, ancorada em autores da Biologia, da Antropologia, da Filosofia da raça e da teoria social crítica. Os estudos evidenciam que a genética contemporânea refuta a existência de raças humanas como categorias biológicas discretas, ao passo que a Filosofia e a História Social demonstram que tal conceito foi construído para justificar a escravidão atlântica, o colonialismo capitalista e a persistência, até hoje, do racismo estrutural. Por fim, conclui-se que a raça não possui fundamento biológico, mas conserva plena eficácia social e política, operando como mecanismo de produção e reprodução de desigualdades sociais.


Palavras-chave: raça; construção histórico-social; escravidão; racismo; colonialismo.


Introdução


A discussão sobre a raça ocupa lugar central nas ciências humanas, na Biologia contemporânea e na Filosofia social, sobretudo em razão de seu papel na constituição da modernidade capitalista e colonial. Isto posto, durante séculos, a ideia de raça foi mobilizada como se fosse uma verdade natural, capaz de explicar diferenças entre grupos humanos e justificar formas de hierarquização social. No entanto, o avanço da Genética, da Antropologia biológica e da Filosofia crítica demonstrou que tais classificações não possuem base biológica consistente, mas correspondem a construções históricas elaboradas no interior de relações de poder.

Por sua vez, a tese de que a raça é uma construção histórico-social parte do reconhecimento de que os seres humanos não se dividem em raças naturais, mas foram classificados dessa maneira em contextos específicos, principalmente a partir da expansão europeia, do colonialismo capitalista e da escravidão transatlântica.

Assim, a raça não pode ser compreendida como dado da natureza, mas como categoria política, ideológica e socialmente produzida. E, sua função histórica, foi ordenar a dominação, naturalizar a exploração e conferir aparência de legitimidade científica à violência colonial e escravista.

Nesse sentido, este artigo tem como objetivo analisar a constituição da ideia de raça nas áreas da Biologia e da Filosofia, destacando sua vinculação histórica com a escravidão moderna. Por conseguinte, busca-se demonstrar que a desconstrução biológica da raça não elimina sua realidade social, uma vez que, mesmo sem fundamento genético, ela permanece operando como eixo organizador de desigualdades, privilégios e exclusões.

Este artigo fundamenta-se em pesquisa bibliográfica e organiza-se em quatro momentos: a discussão da refutação biológica da raça; a análise filosófica da racialização moderna; a relação entre colonialismo, capitalismo e escravidão; e, por fim, a permanência da raça como categoria estruturante do racismo contemporâneo.


A raça como construção histórico-social


A noção moderna de raça aplicada aos seres humanos é relativamente recente. Embora existissem, em sociedades antigas e medievais, distinções entre povos com base em religião, idioma, território ou pertencimento político, a classificação sistemática da humanidade em raças hierarquizadas consolidou-se entre os séculos XVII e XIX. Foi nesse período que o termo passou a designar grupos humanos supostamente diferenciados por traços físicos, morais e intelectuais, convertendo diferenças fenotípicas em desigualdades ontológicas e políticas.

Assim, tal transformação não resultou de uma observação neutra da natureza, mas de necessidades históricas concretas vinculadas à expansão colonial capitalista europeia. Sendo que a modernidade ocidental, ao mesmo tempo em que proclamava os ideais de liberdade, universalidade e igualdade, produzia mecanismos de exclusão que restringiam tais valores a determinados grupos sociais. Enquanto a raça tornou-se, assim, um dispositivo de classificação que permitiu separar os considerados plenamente humanos daqueles situados em graus inferiores de humanidade.

Nessa perspectiva, a raça deve ser entendida como construção histórico-social porque nasce de relações de poder, e não de evidências naturais. Porque ela foi produzida como categoria para justificar a conquista de territórios, a apropriação de riquezas, a subordinação de povos indígenas, africanos e não europeus, bem como a exploração de sua força de trabalho. Sendo assim, o que se apresenta como diferença natural é, na verdade, uma operação histórica de classificação, cuja finalidade é tornar legítimas relações de dominação.

Entende-se que a compreensão da raça como construção histórico-social não implica negar seus efeitos concretos. Pelo contrário: significa reconhecer que, mesmo sendo biologicamente inconsistente, ela possui enorme eficácia material. Isto porque as classificações raciais moldaram instituições, sistemas jurídicos, práticas escolares, formas de trabalho e mecanismos de acesso a direitos. Por isso, a crítica à ideia de raça exige não apenas desmontar seu falso fundamento biológico, mas também compreender as formas pelas quais ela se sedimentou como realidade social duradoura.


A refutação biológica da raça


A Biologia contemporânea, especialmente a genética de populações e a Antropologia biológica, rejeita a ideia de que a humanidade possa ser dividida em raças naturais; cujo desenvolvimento da biologia molecular e dos avanços do estudo do genoma humano demonstraram que os seres humanos compartilham a imensa maioria de seu material genético e que a variação biológica da espécie ocorre de modo contínuo, sem fronteiras raciais fixas ou discretas.

Já do ponto de vista científico, traços como cor da pele, textura do cabelo ou formato do nariz não autorizam a classificação da humanidade em subespécies. Isto porque tais características correspondem a adaptações históricas e ambientais, e, muitas delas, estão relacionadas a fatores como clima, incidência de radiação solar e processos migratórios. E é por isto que a distribuição dessas diferenças ocorre de maneira gradual, e não em blocos raciais isolados. Em outras palavras, a diversidade humana é clinal e populacional, e não racial no sentido tipológico que predominou no imaginário moderno.

Além disso, a genética mostrou que há ampla variação dentro dos próprios grupos humanos tradicionalmente classificados como “raças”. Isso significa que dois indivíduos socialmente classificados dentro do mesmo grupo racial podem apresentar diferenças genéticas relevantes, enquanto indivíduos de grupos raciais distintos podem apresentar grande proximidade genética. Tal constatação desautoriza a ideia de que as chamadas raças humanas possuem homogeneidade biológica interna e diferenças essenciais entre si.

Entretanto, nem sempre a ciência atuou na desconstrução do racismo. Durante os séculos XVIII e XIX, parte da Biologia, da Medicina e da Antropologia foram mobilizadas para produzir o chamado “racismo científico”. Teorias como a craniometria, a frenologia e a poligenia buscaram conferir aparência objetiva à hierarquização racial, afirmando que certos grupos humanos seriam inferiores em razão de suas características físicas. Essas teorias, hoje amplamente desacreditadas, serviram para justificar a escravidão, o colonialismo, a segregação e projetos eugenistas.

Dessa forma, a Biologia possui uma dupla história nesse debate: por um lado, foi instrumentalizada para fabricar e legitimar a ideia de raça; por outro, foi precisamente o desenvolvimento crítico da ciência contemporânea que demonstrou a inconsistência biológica dessa categoria. A despeito dessas contradições, a conclusão científica dominante é clara: não há base genética para sustentar a existência de raças humanas naturais. O que existe são populações humanas diversas, historicamente interligadas e permanentemente miscigenadas.


A Filosofia da raça e a contradição da modernidade


No campo filosófico, a discussão sobre a raça revela uma das maiores contradições da modernidade ocidental. Com o Iluminismo, que consagrou os princípios da liberdade, da igualdade e da universalidade da razão, ocorre a expansão dessas ideias que ocorreu simultaneamente ao colonialismo europeu, ao tráfico transatlântico de africanos escravizados e à expropriação violenta de povos colonizados. Mas, para resolver essa contradição entre universalismo abstrato e prática colonial concreta, a Filosofia moderna colaborou, em muitos casos, para redefinir quem seria reconhecido como plenamente humano.

Assim, diversos pensadores do período moderno e iluminista participaram da formulação de hierarquias entre povos. E, foi assim que, em textos de Filosofia, Antropologia e História, que populações africanas, indígenas e não europeias foram frequentemente descritas como menos racionais, menos civilizadas ou menos desenvolvidas. Ao atribuir-se à Europa o monopólio da razão, da moralidade e do progresso, enquanto outros povos eram situados em estágios inferiores da humanidade, fundamenta-se que a diferença histórica foi convertida em inferioridade natural.

Esse movimento não pode ser compreendido apenas como erro teórico isolado. Mas, trata-se de uma operação filosófica vinculada à expansão do poder europeu. Em que a classificação racial serviu para excluir determinados grupos do horizonte da universalidade moderna. Pois, se a liberdade e a igualdade valiam, em princípio, para “todos os homens”, era necessário definir quais sujeitos seriam incluídos nessa categoria e quais permaneceriam fora dela. Com isso, a categoria raça cumpriu exatamente essa função: restringir a universalidade em nome de uma falsa ontologia da diferença.

Na Filosofia contemporânea, a chamada Filosofia da raça problematiza justamente esse processo. Em oposição ao realismo biológico, que sustenta a existência natural de raças, o construcionismo social afirma que as categorias raciais são produzidas em contextos históricos específicos e mantidas por práticas institucionais, culturais e políticas. Assim, a questão filosófica deixa de ser “o que são as raças em si” e passa a ser “como e por que os seres humanos foram racializados”.

Essa mudança paradigmática é decisiva porque desloca o debate da Natureza para a História. Em que a Filosofia crítica da raça demonstra que a racialização não é um reflexo passivo de diferenças físicas, mas um processo ativo de construção de hierarquias. Nesse sentido, a raça é um artefato conceitual que organiza poder, identidade e exclusão. Sendo assim, sua permanência não decorre de sua verdade científica, mas de sua utilidade política para sociedades estruturadas pela desigualdade.


Raça, colonialismo e escravidão moderna


A vinculação entre raça e escravidão constitui um dos elementos centrais da modernidade capitalista. Mas, se a escravidão existiu em diferentes sociedades históricas, a escravidão atlântica moderna apresentou especificidades decisivas: foi articulada em larga escala ao mercado mundial, operou mediante a mercantilização hereditária de corpos negros e foi legitimada por uma ideologia racial sistemática. Nesse contexto, a cor da pele e a origem africana tornaram-se marcadores de sujeição permanente.

Enquanto a expansão colonial europeia nas Américas e na África demandava mão de obra abundante para a produção de riquezas em plantations, minas e outras atividades econômicas voltadas ao mercado externo; o tráfico transatlântico de africanos tornou-se peça fundamental desse processo de acumulação. Entretanto, para que a escravização em massa de milhões de seres humanos fosse moral, religiosa e juridicamente tolerada, era necessário construir uma justificativa ideológica. É por isso que a raça surgiu como esse fundamento legitimador.

A invenção da inferioridade racial permitiu apresentar a escravidão não como violência econômica, mas como consequência “natural” das características dos povos escravizados. Por isso que africanos passaram a ser descritos como fisicamente aptos ao trabalho forçado, moralmente inferiores, intelectualmente limitados ou espiritualmente atrasados. Em consequência, a ordem escravista podia ser representada como natural, inevitável ou até benéfica. Tendo em vista que a desumanização racial convertia a exploração em suposta necessidade histórica ou civilizatória.

A despeito da ideologia dominante, a crítica de Aníbal Quijano sobre a colonialidade do poder é particularmente fecunda para compreender essa dinâmica. Para o autor, a ideia moderna de raça foi um dos principais instrumentos de classificação social instaurados com a conquista da América. A partir daí, a raça converteu-se em eixo de dominação que articulava trabalho, autoridade, saber e subjetividade. Entretanto, mesmo após o fim formal do colonialismo, essa lógica de classificação continuou operando nas sociedades periféricas e centrais, reorganizando desigualdades em novas bases.

Sob esse prisma, a escravidão moderna não deve ser entendida apenas como instituição econômica sustentada por coerção material, mas como ordem social complexa sustentada também por ideologia. No que o racismo foi fabricado para dar legitimidade a um sistema de exploração intensiva do trabalho. No qual a raça, portanto, não foi a causa natural da escravidão; mas, a forma histórica pela qual a escravidão moderna procurou justificar-se e perpetuar-se.


Da escravidão ao racismo estrutural


Compreende-se que a abolição jurídica da escravidão não eliminou as estruturas raciais que haviam sido construídas ao longo de séculos. Ao contrário, em muitas sociedades, o fim da escravidão foi seguido pela reorganização de mecanismos de exclusão que mantiveram populações racializadas em posições subalternas. Sendo que a ausência de reparação histórica, a negação de acesso à terra, à educação, ao trabalho protegido e à cidadania plena contribuíram para transformar a antiga ordem escravista em novas formas de desigualdade racial.

É nesse quadro que se compreende o conceito de racismo estrutural. Quer-se dizer que não se trata apenas de preconceitos individuais, mas da presença da lógica racial no funcionamento das instituições, das políticas públicas, do mercado de trabalho, do sistema penal, da escola, da mídia e da produção de conhecimento. Isso porque a raça, mesmo desprovida de base biológica, continua produzindo efeitos materiais porque foi incorporada ao modo de organização do regime de produção capitalista.

Por sua vez, a persistência do racismo estrutural revela a força histórica da construção racial. Uma vez que a raça foi utilizada para definir quem poderia ser escravizado, explorado, excluído ou inferiorizado, sua lógica não desaparece automaticamente com a revogação das leis escravistas. Mas, ela sobrevive sob a forma de desigualdades acumuladas, estigmas sociais, critérios implícitos de reconhecimento e exclusão sistemática de determinados grupos do acesso a bens sociais.

Desse modo, afirmar que a raça é construção social não significa reduzir o problema a uma questão meramente discursiva. Significa reconhecer que ideias socialmente produzidas podem organizar materialmente a realidade; assim, quando o racismo é, ao mesmo tempo, ideologia, instituição e prática social. Pois, sua força reside precisamente no fato de que uma ficção biológica foi historicamente convertida em verdade social.


Considerações Finais


A análise desenvolvida ao longo deste artigo permite afirmar que a raça, no campo da humanidade, não constitui uma realidade biológica natural, mas uma construção histórico-social produzida no interior da modernidade colonial e capitalista. Uma vez que a Biologia contemporânea refutou a existência de raças humanas como categorias genéticas discretas, demonstrando que a diversidade humana é contínua, populacional e marcada pela intensa miscigenação histórica. Em contrapartida, a Filosofia e a História social evidenciam que a raça foi construída como instrumento de classificação, hierarquização e exclusão.

Essa construção foi central para a legitimação da escravidão moderna. Como foi o caso da racialização de africanos, indígenas e outros povos colonizados, quando se permitiu naturalizar a violência econômica, política e cultural que sustentou o colonialismo e o tráfico transatlântico. Com isso, a ideia de raça funcionou, assim, como pilar ideológico de uma ordem material fundada na exploração do trabalho e na concentração do poder. Pois, sua eficácia histórica residiu justamente em apresentar como dado da natureza aquilo que era produto de interesses concretos de dominação.

Conclui-se, portanto, que a raça é biologicamente inconsistente, mas socialmente real. Mesmo após a abolição formal da escravidão, suas marcas permanecem inscritas nas estruturas sociais, configurando o racismo estrutural como herança ativa da colonialidade. Assim, a crítica à raça exige uma dupla operação: a desconstrução de seu falso fundamento biológico e a transformação das condições históricas e institucionais que continuam reproduzindo desigualdades racializadas no presente.


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¹(Professor e Pesquisador nas áreas de Educação, Filosofia e Filosofia da Educação).

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